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Carla (parte 1), por Márcia Medeiros
O vento que conta histórias
medeirosmarciamari
há 4 horas3 min de leitura


Sabe, meu velho..., por Márcia Medeiros
Olhe só meu velho, hoje já é quinta-feira. E aqui no país do sempre verão, por incrível que pareça, faz frio. E hoje de manhã, quando fui brincar um pouco com o Boleslau, o ventinho gelado que me tocou o rosto me lembrou do Minuano. Esse vento encheu meu coração de saudade. Saudade dos invernos que a gente passava lá no sul. Saudade do fogão à lenha e do pinhão assado na chapa. Saudade de ver nosso pai sentado no lado daquele fogão esmaltado de branco com florzinhas vermelhas
medeirosmarciamari
5 de mai.3 min de leitura


Bárbara, (Parte final), por Márcia Medeiros
As pedras do arrependimento
medeirosmarciamari
28 de abr.2 min de leitura


Bárbara, (parte 3) por Márcia Medeiros
A noite que não terminava
medeirosmarciamari
21 de abr.6 min de leitura


Bárbara, (parte 2) por Márcia Medeiros
O sermão do medo
medeirosmarciamari
14 de abr.3 min de leitura


Bárbara, (parte 01) por Márcia Medeiros
A mulher que não dobrava os joelhos
medeirosmarciamari
7 de abr.4 min de leitura


Aos amigos que partem e às lembranças que ficam, por Márcia Medeiros
Estou envelhecendo... E envelhescente que sou, já vi partirem muitos amigos que, realmente, não queria ter visto partir. Melhor dizendo, acho que eles encantaram-se. É o caso de uma pessoa que conheci e que hoje me voltou a mente devido àquelas lembranças que volta e meia insistem em dar as suas caras.
medeirosmarciamari
31 de mar.2 min de leitura


Alma em Rua de Pedra (Parte final), por Márcia Medeiros
Batidas na porta
medeirosmarciamari
24 de mar.3 min de leitura


Alma em Rua de Pedra (Parte II), por Márcia Medeiros
A casa e o espelho
medeirosmarciamari
17 de mar.3 min de leitura


Alma em Rua de Pedra (parte I), por Márcia Medeiros
A rua que dorme
medeirosmarciamari
10 de mar.3 min de leitura


Memórias de Uma "Gente Boníssima", por Márcia Medeiros
A vida prega muitas surpresas na gente. Algumas delas são muito boas. Eu lembro de quando conheci o Luis Otávio... lembro mesmo. Ele veio dar aulas no curso de Turismo, aulas de Inglês Instrumental para o primeiro ano. E eu pensei comigo "que cara descolado"... depois demos uma aula juntos sobre interdisciplinaridade. Se os alunos curtiram a vibração daquele dia eu não sei, mas eu curti pacas. Gente boa o Luis Otávio. Gente boníssima. Daquelas gentes que você não precisava de
medeirosmarciamari
3 de mar.2 min de leitura


A casa da fazenda, por Márcia Medeiros (parte final)
“Maria agora era que nem uma arma penada dentro da casa. Quem trabaiava na sede da fazenda naquele tempo conta que se escuitava ela cantano como se tivesse fazendo a fia durmi. E as veiz, diz que se escuitava riso, como se a minina tivesse fazeno graça pra mode de alegrá a mãe. Diz que Maria só cumia o que precisava da comida que a criadage levava e dexava no pé da porta daquele quarto. De lá ela não saiu mais, só depois de morta. Morta que nem a fia…”
medeirosmarciamari
24 de fev.3 min de leitura


A casa da fazenda, por Márcia Medeiros (parte III)
Era uma vez Pedro, Maria e Branca
medeirosmarciamari
17 de fev.7 min de leitura


A casa da fazenda , por Márcia Medeiros (parte II)
Um choro silencioso no jardim
medeirosmarciamari
10 de fev.3 min de leitura


A casa da fazenda, por Márcia Medeiros (parte I)
A trilha que não deveria ser vista
medeirosmarciamari
3 de fev.4 min de leitura


O jogo de truco na madrugada, por Márcia Medeiros
Aquela música famosa dos funkeiros que fez sucessos nos anos 1990 podia ser a música dele: “Era só mais um Silva que a estrela não brilha/ ele era funkeiro mas era pai de família...” Aliás, era essa a canção que ele vinha cantarolando, enquanto pedalava a sua bicicleta rumo ao seu recinto sacrossanto que chamava de lar. No guidão da magrela, equilibrava um saco com as compras que resumiam o que iria jantar naquela noite: dois pães, 100 gramas de presunto e muçarela e uma Coca
medeirosmarciamari
27 de jan.4 min de leitura


Um agosto qualquer, por Márcia Medeiros
Queria saber se mais alguém, além de mim, acha o mês de agosto interminável! Aqui onde moro, este mês é um mês estranho: é um mês de ventos. Venta muito. Venta seco. O vento bate poeira no rosto da gente e, não raras vezes, se tem a impressão de se estar em um deserto. É calor, mas não é como o calor do verão. É um calor que sufoca e maltrata como se tivesse unhas que passam pela pele da gente, deixando um gosto de farpado.
medeirosmarciamari
20 de jan.2 min de leitura


Feliz Aniversário, por Márcia Medeiros
Eu me lembro de muitas coisas da minha infância, mas de fato uma das coisas que eu mais me recordo é do domingo de manhã. Aos domingos, a RBS TV passava um programa chamado Galpão Crioulo. Depois do Globo Rural. E meu pai, que não entendia absolutamente nada de terra, gado ou afins, acordava cedo para assistir os dois programas. E tomar seu chimarrão, pitando o seu cigarrinho.
medeirosmarciamari
13 de jan.3 min de leitura


Memória e Lembrança, por Márcia Medeiros
Mas, afinal de contas, quem são essas duas senhoras de cabelos brancos que sentam nessas cadeiras de balanço e tecem colchas de fuxico, as quais parecem não ter fim? Já ouvi dizer seus nomes e também sei que a linha com a qual, caprichosamente, elas costuram essa teia infindável se chama Saudade.
medeirosmarciamari
6 de jan.2 min de leitura


Inspira... Respira... Não Pira, por Márcia Medeiros (Parte final)
Tudo tem um preço
medeirosmarciamari
30 de dez. de 20253 min de leitura
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