A casa da fazenda, por Márcia Medeiros (parte final)
- medeirosmarciamari
- 24 de fev.
- 3 min de leitura
“Maria agora era que nem uma arma penada dentro da casa. Quem trabaiava na sede da fazenda naquele tempo conta que se escuitava ela cantano como se tivesse fazendo a fia durmi. E as veiz, diz que se escuitava riso, como se a minina tivesse fazeno graça pra mode de alegrá a mãe. Diz que Maria só cumia o que precisava da comida que a criadage levava e dexava no pé da porta daquele quarto. De lá ela não saiu mais, só depois de morta. Morta que nem a fia…”



