Terror em Forma de Criança, por Márcia Medeiros (Parte 2)
Eu dormi? Só pode ter sido isso. Quanto tempo será que estou preso aqui? Nessa escuridão não é possível ter a mínima noção. Não sei se é dia ou noite. A “coisa” que mordeu a minha mão era um rato. Agarrei o pestinha e o esganei sem nenhum remorso. Mas não fui insano para jogar longe o corpo. Resolvi comer o monstrinho. Não tenho tempo para ter nojo de nada e se quiser uma chance para levar comigo para o além qualquer que seja dessas pessoas que me prenderam aqui, preciso ter força.



